O nome Vigília vem do latim vigilare: estar acordado, vigiar. Escolhemos essa palavra porque doenças infecciosas não desaparecem quando saem do noticiário. Exigem monitoramento constante, interpretação cuidadosa e, quando necessário, posição editorial clara.

Lançamos o projeto em 2024, em meio à normalização pós-pandemia e ao risco de que lições recentes fossem esquecidas. Não somos associação médica, veículo institucional nem portal de notícias genérico. Somos uma redação pequena — três autores regulares e colaboradores pontuais — que publica análises, reportagens e textos de opinião sobre o que move a infectologia no Brasil.

Como trabalhamos

Cada publicação passa por revisão interna de fatos e contexto. Citamos fontes primárias quando possível: boletins epidemiológicos, portarias, artigos científicos e entrevistas com profissionais de saúde. Quando usamos dados agregados, indicamos a origem e a data de extração.

Nossa linha é opinion-led, mas não opinativa sem base. Textos marcados como opinião explicitam a posição do autor. Reportagens buscam múltiplas fontes e incluem contrapontos quando relevantes. Erramos às vezes — e corrigimos com transparência, conforme nossa política editorial.

O que não somos

A Vigília não substitui consulta médica. Não publicamos orientação de tratamento individual nem recomendamos medicamentos. Não aceitamos patrocínio de laboratórios farmacêuticos para influenciar pauta. Não vendemos produtos nem operamos funis de conversão disfarçados de conteúdo informativo.

Equipe editorial

Dra. Carolina Alves — infectologista, pesquisadora em vigilância epidemiológica. Responsável por textos de opinião e análise clínica-epidemiológica.

Lucas Ferreira — jornalista de ciência, mestrado em saúde pública. Cobre resistência antimicrobiana, políticas de medicamentos e surtos hospitalares.

Beatriz Nogueira — repórter de saúde. Foco em políticas sanitárias, desigualdade regional e cobertura de campo.

Contato

Para sugestões de pauta, correções ou parcerias editoriais: [email protected]. Respondemos em até três dias úteis.

Financiamento

A Vigília é mantida por recursos próprios da redação e doações pontuais de leitores. Não exibimos publicidade programática nem conteúdo patrocinado por laboratórios farmacêuticos. Essa independência permite cobrir surtos e políticas de saúde com critério editorial, mesmo quando o tema desagrada interesses comerciais.

Leitores que desejam apoiar o projeto podem escrever para [email protected] — respondemos com orientações sobre doações pontuais e transparência de uso dos recursos.